
13 de Outubro de 1977.O Corinthians não conquistava um título há há 22 anos,mesmo formando equipes recheadas de ‘estrelas’ o clube não consegui um título paulista sequer.Mas,o nosso grande dia chegou,o dia da libertação.A final do Campeonato Paulista de 77 que decidida por Corinthians x Ponte Preta.Ao entrar em campo,a fiel torcida fazia uma festa digna de título.Mesmo sem saber se sairia do Morumbi campeã,a torcida recebia o time com fogos de artifício e cânticos criados pela nação.Começou a partida e,logo aos 16 minutos de jogo,a Ponte começou chutando a gol.Mais aquele era o dia do Corinthians,naquele dia,nenhuma bola da Ponte Preta entraria na nossa meta.O tempo passava e nenhuma bola entrava.O jogo ficava marcado por inúmeras expulsões até que,a estrela dele,do dono da camisa ai em cima,brilhou.Aos 37 minutos do segundo tempo,Zé Maria bate uma falta próxima a lateral da grande área.A bola cai no pé de Vaguinho,que chuta a bola no travessão.Na volta,a bola quica no chão e,de cabeça,Wladimir á lança para o gol.O jogador da ponte tira a bola,em cima da linha.Mas no rebote,estava ele.O camisa 8 corinthiano,Basílio,não perdoa e,com toda a sua força chuta a bola no gol.Gol do Corinthians.Não só um gol,mais o gol mais importante da história corinthiana.Mais o jogo não acabava ali,haviam ainda 8 minutos de jogo.Oito minutos de sofrimento para quem esperou 22 anos para gritar “é campeão”.O tempo demorou a passar,mais duas expulsões e mais chutes á gol da Ponte Preta até que,aos 46 minutos do segundo tempo o juiz pega a bola e encerra a partida.Fim de jogo.A nação corinthiana vai ao delírio em pleno Morumbi.Depois de 22 anos,o Corinthians voltava a ser campeão.Em 13 de outubro de 1977 o Corinthians encerra seu jejum de 22 anos sem títulos.
“Aqueles que permaneceram amando o Corinthians loucamente,mesmo depois de um longo jejum,não se arrependeram,porque ser Corinthians não é só ganhar títulos,ser Corinthians é acreditar até o fim,e amar não importa quanto tempo demoremos a ganhar…ser Corinthians vai muito além de ser ou não ser o primeiro.”

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